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terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Comitê Popular entrega dossiê de impactos da Copa à prefeitura de Porto Alegre

Integrantes dos comitês populares do Cristal e do Morro Santa Teresa estiveram na tarde desta segunda-feira (12/12) na prefeitura para entregar o dossiê Megaeventos e Violações de Direitos Humanos no Brasil. O documento foi organizado pela Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa e contém denúncias de desrespeito ao direito à moradia, aos direitos humanos, de infrações contra o meio ambiente e de trabalho precário nas obras da Copa do Mundo de 2014 nas 12 cidades-sede brasileiras. Especialistas e professores, entre eles Carlos Vainer, do IPPUR/UFRJ, também contribuíram ao levantamento.
CLIQUE AQUI e AQUI (álbum do Amigos da Terra Brasil) para ver mais fotos do ato
O ato foi repetido ao longo do dia por comitês populares das capitais que sediarão o evento. Em Porto Alegre, a comissão de moradores e integrantes do comitê gaúcho se reuniram em frente à prefeitura por volta das 16h30min. Um grupo de cerca de dez seguranças da guarda municipal praticamente fechou a porta do prédio, enquanto um assessor atendia os manifestantes .
O Secretário de Coordenação Política e Governança Local, Cezar Busatto, apareceu logo depois na porta da prefeitura para conversar com o comitê popular. Ele recebeu uma cópia do dossiê e ouviu as reclamações dos moradores do bairro Cristal, que serão afetados pela duplicação da Avenida Tronco (obra considerada prioritária para a Copa), e do Morro Santa Teresa, que lutam pela regularização e urbanização da área. Os integrantes do comitê também citaram outras comunidades afetadas pelo evento, como as milhares de famílias da Vila Dique (devido à ampliação da pista do aeroporto) que foram realocadas para um loteamento sem escola, creche e um galpão de reciclagem pequeno (VEJA AQUI) e as famílias da Ocupação 20 de Novembro e das Docas (ao lado do Estádio Beira-Rio), que não têm moradia garantida.
O comitê gaúcho reivindicou que moradores de todas as comunidades atingidas pela Copa do Mundo tenham participação na SECOPA (secretaria especial da prefeitura que está tratando do evento). Também pediram que as famílias das Docas sejam recebidas pela prefeitura para tratar da moradia. Cezar Busatto disse para o comitê marcar uma audiência com ele a fim de tratar das questões.
Será Porto Alegre a cidade da democracia?

No final da conversa com a prefeitura, integrantes do comitê popular colocaram restos de caliça de construção e uma placa “O legado da Copa” em frente à prefeitura. O ato simbólico foi realizado em diversas outras capitais para alertar os impactos do evento nas cidades, em especial nas periferias.

No entanto a prefeitura de Porto Alegre, aclamada como a “cidade da democracia” por seus governantes, não recebeu nada bem as críticas. Integrantes da guarda municipal tentaram impedir o protesto simbólico e, ainda, correram atrás de dois integrantes do comitê popular, que foram coagidos e trazidos para junto do secretário Busatto.
Após muita discussão, a guarda municipal cedeu. O secretário Busatto ainda exigiu que o comitê tirasse a caliça de frente da prefeitura em meia hora e, depois, estendeu o prazo para até às 18h. No entanto, não deu prazo nenhum para a construção das casas das 1.400 famílias a serem removidas no entorno da Avenida Tronco ou para a instalação de uma creche na nova Vila Dique.
A truculência usada pela prefeitura para impedir o protesto é a mesma com a qual vem tratando os assuntos da Copa do Mundo junto às comunidades. Irá continuar assim?

fonte: www.comitepopularcopapoa2014.blogspot.com

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Recanto Samba´s Bar - aqui o samba é a + pura raiz

rua  líbio vinhas 116, domingo à noite em bagé
A foto acima não é uma capa de disco com título e tudo, mas foi o que pensamos quando ela foi sacada neste último domingo, por volta das 22h. O nome do bar é a mais pura raiz do Samba de Bagé. Um samba de mesa que acontece somente aos domingos entre às 20h e a meia noite e meia. 
A casa tem Maria Luíza que administra e por todo este período junto ao Quilombo do Sopapo não há como deixar de afirmar, Maria Luíza é uma Mestre Griô. Diva, com voz encantadora administra o bar, mas é Samba´s Bar por natureza como poderão ver numa pequena gravação que está abaixo.
O Recanto fica no Bairro Menino Deus, em frente ao Pedra Moura, estádio do Bagé, o time de jalde-negro da cidade. Há muito história sobre este local e mais ainda sobre a velha guarda que está nos domingos à noite na Líbio Vinhas 116. Esta postagem é apenas um início de encontros com música e as personagens desta cidade que tem o luxo e a elegância de um lugar da música popular brasileira.




Foto, Vídeo e Texto: Leandro Anton

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

O Povo também quer entrar na Universidade

Desta vez
Custe o que custe
A educação vai melhorar
Lá no morro
Ninguém mais acredita
Nas mentiras que o governo vai contar
Ei, governo! Queremos estudar!!

Na manhã deste 30 de novembro a Juventude de movimentos sociais do campo e da cidade do Rio Grande Do Sul, MST, MTD, Levante Popular da Juventude, organizaram uma marcha-manifestação pela educação pública e popular . A concentração foi na Usina do Gasômetro e seguiu até o Palácio Piratini e após reunião com o governo do Estado foi até a Universidade Federal do Rio Grande do Sul. abaixo  texto produzido pela organização sobre a ação de hoje. Clique nos links a seguir e assista outros fragmentos em vídeo da marcha http://www.youtube.com/watch?v=AKf6EN23_6w e http://www.youtube.com/watch?v=JKQD0L1EVGA&feature=related . 
manhã de 30 de novembro subindo a Rua General Vasco Alves, porto alegre

Historicamente a educação no Brasil é um assunto de segundo plano. A não ser em pomposas campanhas eleitorais, quando a sede por votos coloca em evidência temas de interesse da questão nacional, a educação é exaltada e surge como o primeiro compromisso de todos os candidatos. Mas, basta passar o período eleitoral para esse tema ser esquecido para ser retomado só depois de quatro anos.
O Brasil foi o último país na América Latina a ter uma universidade. Somente na década de 1930 a elite paulista decidiu criar a Universidade de São Paulo numa competição clara com o governo federal, que na época pretendia estabelecer uma universidade nacional no Rio de Janeiro, a Universidade do Brasil. Ou seja, a criação da primeira universidade no Brasil não se deu pelas demandas de produção de conhecimento ou por melhorias na qualidade de vida da população, se deu por mera disputa política entre as elites de São Paulo e Rio de Janeiro.
De lá pra cá muito pouca coisa mudou. Universidades novas foram criadas, porém o acesso a elas continua sendo restrito a alguns poucos, majoritariamente àqueles que pertencem às classes mais altas da sociedade. À imensa massa do povo brasileiro restam as escolas públicas sucateadas, que não incentivam o aluno a estudar e nem ao professor ensinar.
O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo e essa desigualdade é mantida e reproduzida por essa lógica que relega à educação um papel secundário no desenvolvimento econômico e social do país. A burguesia, os patrões precisam de mão-de-obra barata para manterem suas altas taxas de lucro e seu alto padrão de vida, portanto precisam de trabalhadores com formação técnica suficiente apenas para desempenhar suas funções subalternas no mercado de trabalho.Peão bom não é o que pensa, é o que trabalha!
A juventude é a que mais sofre com essa lógica de “secundarização” da educação, pois é ela quem sente diariamente os efeitos de um ensino que mal forma para o mercado de trabalho, muito menos que ajuda a emancipar a pessoa, a pensar e buscar soluções para os problemas da realidade. Um adolescente que se forma hoje no ensino médio público se depara com um dilema: encontrar um emprego em um mercado de trabalho cada vez mais exigente ou disputar uma das poucas vagas no ensino superior público com pessoas que tiveram uma formação de muito melhor qualidade em escolas privadas.
Se mesmo assim um estudante de escola pública consegue ingressar na universidade, a permanência deste na graduação se torna uma luta cotidiana, pois a universidade pública não está preparada para estudantes de baixa renda. A universidade pública continua exigindo de seus alunos que obtenham materiais caros para utilizarem em seus cursos, afinal a estrutura disponível dentro da universidade não é suficiente para todos que estudam nela. Basta entrar em uma biblioteca e ver quantos exemplares de um livro estão disponíveis para os estudantes.
Os programas de assistência estudantil são mínimos e, na maioria das vezes, exigem que o estudante trabalhe em funções alheias às áreas que ele estuda em seu curso, e tudo isso com uma bolsa-auxílio que mal dá para sobreviver por um mês.
Essa é a cara da educação no Brasil.Séculos atrasada em relação aos nossos vizinhos latino americanos, restrita a uma pequena elite que pode formar seus filhos nas melhores escolas privadas e um ensino público que forma (quando forma) mão de-obra barata para a reprodução do sistema desigual em que vivemos.
Precisamos quebrar com essa lógica. Precisamos de um ensino que nos forme para a vida, que nos dê a capacidade de refletir o mundo em que vivemos, que nos dê a capacidade de propor soluções para os problemas que enfrentamos diariamente.
Para essa educação que liberte dizemos que é necessário o investimento de 10% do PIB, exclusivos para a educação. É preciso investir no profissional da educação, garantindo a eles as condições de uma formação continuada, salário digno através do piso nacional dos professores, infraestrutura adequada para que possam desenvolver suas capacidades didáticas. É preciso lutar pela manutenção e ampliação das cotas raciais e para estudantes de escolas públicas nas universidades públicas. Queremos que 50% das vagas sejam destinadas a esses estudantes. Só assim quebraremos com a lógica elitista da produção de conhecimento da academia brasileira.
É um verdadeiro crime que mais de 24 mil escolas tenham sido fechadas no campo desde 2002. Em resposta a isso exigimos que mais institutos técnicos, voltados para a realidade do campo, sejam criados no meio rural brasileiro.
Essas pautas, em educação, são as mínimas para um país que se propõe a erradicar a miséria. Por elas estamos nos organizando em todo o estado e por elas estaremos na rua, exigindo respostas concretas dos governos. Somos jovens do campo e da cidade. Jovens pobres, de escola pública, camponeses, jovens trabalhadores, estudantes, organizados para construir um Projeto Popular.
Educação decente é o que a gente quer, não só andar de tênis nike no pé!
Pátria Livre! Venceremos!
fonte do texto: levantepopulardajuventude.blogspot.com

fumaça de sinalizador, ambiência para a luta em marcha
educação em movimento por uma universidade popular, na frente palácio piratini  manhã de 30 de novembro

Vídeo  e fotos: Leandro Anton

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Elyseu em Cena - teatro, dança, música... pura arte da vida

Na tarde de hoje, no Teatro Renascença, Centro Municipal de Cultura de Porto Alegre teve o Especial Elyseu em Cena. A Escola Elyseu Paglioli fica no Bairro Cristal, é a primeira Escola Especial da Cidade e foi criada em 1988 na Rua Butuí. Esta é uma das 8 escolas públicas da Região Cristal com as quais o Quilombo do Sopapo desenvolve ações e relações comunitárias e institucionais.
No curso de áudio deste segundo semestre tocado no ponto de cultura por Ricardo Sória, o Pelota, estamos com três integrantes da escola que são a professora Elaine Tavares e os estudantes Ivo e Kauana. Uma das ações do curso será um Rádio Conto que trabalhará a situação da transformação urbana do Cristal e neste caso a da Vila Cristal que será atingida pela duplicação de uma avenida, a Avenida Tronco.
A Escola Elyseu Paglioli, como consta na sua página na internet, viveu na sua história o mesmo preconceito que hoje estão vivendo os moradores da Vila Cristal que lutam pelos seus direitos de moradia e de permanência na Região como podem ler neste registro extraído da página: "A Escola Municipal Especial de Ensino Fundamental Professor Elyseu Paglioli foi a primeira escola especial municipal de Porto Alegre, fundada em 1988 para atender alunos com deficiência mental. Nesta época, houve vários movimentos da comunidade do bairro Cristal, que não desejava ter em suas proximidades uma escola para “anormais”, o que poderia até desvalorizar os imóveis da região." Fragmentos dos nossos cursos e percursos...
O mesmo argumento, 23 anos depois, de desvalorização de imóveis foi usado por parte dos moradores da área "regular" do Bairro para tentar impedir a desapropriação de terrenos indicados pela Comissão de Moradores da Vila Cristal e Divisa para reassentamento das famílias que serão atingidas por uma das obras preparatórias a Copa do Mundo 2014. 
A resistência e a beleza da luta pelos direitos humanos que a Escola Elyseu Paglioli desenvolve gera, entre tantas e incontáveis atividades, o Elyseu Em Cena que abaixo tem imagens, numa tarde de temporal em Porto Alegre, que não impediu de lotar as dependências do Teatro Renascença para aplaudir a estudantes, professores e famílias especiais do Cristal e arredores. É com esta força e vitória que a Elyseu obteve que a Vila Cristal se alimenta para democratizar o mais radicalmente o Bairro que ajudou a construir e a romper preconceitos que teimam em persistir no tempo e no espaço do Cristal.











Kauana
Música de Gonzaguinha que fez parte das apresentações e foi cantada com muita emoção.


Texto e fotos: Leandro Anton

terça-feira, 29 de novembro de 2011

ELYISEU EM CENA 2011 - dia 30 no TEATRO RENASCENÇA

O Elyseu em Cena é uma apresentação anual, organizada pelos Educadores da Escola Especial Eliseu Paglioli.

Para este ano foi preparado um espetáculo de artes integradas.

O Quilombo do Sopapo divulga e recomenda a todos que prestigiem essa ação de inclusão artística.


post: Ricardo Sória

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Universidade é Universidade Popular

30 de novembro, quarta-feira
às 8h30min
Concentração em frente a Usina do Gasômetro

 “Marcha por uma educação de qualidade e por mais acesso à Universidade! Dia 30 de novembro: o ponto de concentração é em frente a Usina do Gasômetro às 8h30! Esperamos todos lá no horário marcado!!!!!!!! por uma educação melhor. EDUCAÇÃO DECENTE É O QUE A GENTE QUER E NÃO SÓ ANDAR DE NIKE NO PÉ!” Carlos Alberto Machado, Levante Popular da Juventude, Cruzeiro.

A manifestação está sendo organizada em uma articulação dos movimentos da Via Campesina (MST, MPA, PJR...), Levanteda Juventude, MTD e tem articulações também com grupos da Universidade que construíram a Chapa 5 - Para Além Dos Muros. Queremos uma educação de qualidade, que prepare o estudante para a vida e não apenas para o mercado do trabalho. Queremos mais acesso à universidade, ampliação do sistema de cotas, o piso nacional para os educadores do campo e da cidade, mais escolas técnicas no meio rural. Por isso vamos para a rua com os estudantes das escolas públicas exigir uma educação de qualidade! vamos entrar na Universidade com esses estudantes para deixar claro que o lugar de quem estuda em escola pública é na Universidade Pública!Rafael Fc



post: Leandro Anton


O 20 de Novembro no Quilombo do Sopapo

Fazemos as coisas no tempo da vida, com o que se tem e percebemos que temos muito, que o simples é extraordinário no encontro, quando este encontro é aberto a magia da criação.
Esta frase reflete o que foi o primeiro 20 de novembro que comemoramos nos quatro anos de Quilombo do Sopapo.
O encontro aconteceu com o Pampa Esquema Novo e O Grande Tambor para quem aceitou o convite e pode comparecer na tarde noite de domingo na Avenida Capivari 602.  Recebemos também o Nação Periférica, grupo de Maracatu de Alvorada que surgiu na Umbú. As quatro meninas se apresentaram durante a música Pampa Esquema Novo que encerrou o show às 22h numa grande batucada que teve tambor de Candombe, de Maracatú e Sopapo.

Nação Periférica no Pampa Esquema Novo


Doce Amor Se Faz Samba Puro
o simples se cria com panos, um presente para a fotografia

Bataclã FC, Mestre Baptista e Mestre Giba Giba são os padrinhos e madrinha do Quilombo do Sopapo. O Grande Tambor na tela durante o show Pampa Esquema Novo gerou o encontro dos Mestres com integrantes da Bataclã FC.

Mestre Baptista em sua oficina de instrumentos em Pelotas com Sopapos ao fundo

Mestre Giba Giba na tela durante passagem de som
O Quilombo do Sopapo segue na resistência e o encontro como este do 20 de novembro fortalece a luta das comunidades do Cristal pela terra e moradia, pela cultura, pelo direito à cidade e o lugar que ajudaram e seguem construindo.
Nesta quinta-feira, 24 de novembro, no Teatro de Arena Pampa Esquema Novo será apresentado a partir das 20h30min. Importante, o show é gratuito e o Arena tem 120 lugares. 

Post e fotos: Leandro Anton

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

O Grande Tambor - 20 de novembro

O 20 de Novembro, dia da Consciência Negra,  próximo domingo, terá no Quilombo do Sopapo uma programação com início às 16h. 
16h - abertura da Casa para mateada e prosa
18h - O Grande Tambor, projeção de uma hora do documentário 
20h30min - Show Pampa Esquema Novo - Richard Serraria
Local: Quilombo do Sopapo
End.: Avenida Capivari 602, Bairro Cristal, Porto Alegre
Contato: 51-3398-0602
As atividades são gratuitas.
 
O Grande Tambor

A chamada acima foi gravada durante a produção do documentário, na oficina de Tambores do Mestre Griô Baptista, lutier de Sopapos e que produziu os Tambores de Sopapo utilizados no CABOBU, encontros dos Tambores do Sul que teve duas edições realizadas em 2000 na cidade de Pelotas. Outro Mestre também foi decisivo para que estes encontros ocorressem, o Mestre Giba Giba.
Pampa Esquema novo
a dança dos negros na pampa em 1852, pelotas
Pampa Esquema Novo é o 5º disco da carreira e avança na peculiar mescla de MPB e MPP (Música Popular do Pampa) da canção. Gravado em Montevidéo, Buenos Aires, Pelotas, Rio de Janeiro, São Paulo e nos estúdios Tec Áudio em Porto Alegre, o disco foi produzido por , Angelo Primon, Eu e Lucas Kinoshita, com muita força na percussividade brasileira e da bacia do Prata. Conta com participações especiais de Zeca Baleiro, Daniel Drexler, Pablo Grinjot, Sebastían Jantos, Juan Schellemberg, Vanessa Longoni, Marcelo Delacroix... “ Richard Serraria


Gravura: Aquarela de Hermann Wendroth, documento mais antigo que registra a existência de um Grande Tambor no Sul, o Tambor de Sopapo.



Post: Leandro Anton

sábado, 12 de novembro de 2011