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sábado, 20 de agosto de 2011

CANTOGRAFIA FRONTEIRAS

foto: Carlos Alberto

CANTOGRAFIA FRONTEIRAS
SÁBADO  20 de agosto de 2011
Quilombo do Sopapo, Rua Capivari 602, Cristal

PROGRAMAÇÃO:
14h Exposição de fotos "O grande tambor" e visitas a Buenos Aires por Leandro Anton na Biblioteca. Ao longo da tarde, bate papo via Skype com Mário Maia (UFPEL), Margarete Fagundes (FEEVALE), Rádio Mandinga (Montevidéo), FM La Tribu (Buenos Aires), RádioCom Pelotas e Centro Cachuera (SP).

15h Conversa sobre bibliografia levada por cada um ao encontro (textos sobre negritude, pampa, fronteiras)

15:30h Surian Seidl e a literatura africana contemporânea

16h  Construção de Sopapos - a experiência do CASEMI com Léo Guimarães

16:30h Marcelo Cougo e ações do Ponto de Cultura Ventre Livre

17h Show Apóstrofes na Garagem do Quilombo

18h Contação de histórias Eliana Mara Chiossi e o Samba da Aranha

18:30h Show Serraria e Kino com convidados especiais: Marcelo da Redenção e Eliana Mara Chiossi na Garagem do Quilombo



post: Leandro Anton

terça-feira, 2 de agosto de 2011

O Morro é Nosso

O Movimento em Defesa do Morro Santa Teresa convida para o Seminário "O Morro é Nosso - Um Projeto para o Morro Santa Teresa", dias 5 e 6 de agosto, no SENGE. 
Nosso objetivo é promover um diálogo com a sociedade e as comunidades da área da Fase no Morro Santa Teresa. Queremos promover a formação dos indivíduos envolvidos, construir um processo que com base nas raízes da comunidade, na história e no imaginário do lugar, se possa planejar a melhor forma de intervenção neste território.
As secretarias de estado serão convidadas a colocar as suas estratégias em relação à área para construção de diretrizes preliminares. Além disso, pretendemos mobilizar a sociedade, as universidades e as entidades sindicais, ambientais e sociais para a busca de critérios para um projeto, metodologia e implantação no morro.
Objetivos

- Captar os dados existentes sobre a área;
- Reunir os diferentes atores relacionados;
- Apresentar outras iniciativas de regularização fundiária, parques públicos e urbanizações existentes no país e no mundo;
- Envolver, motivar e fortalecer a participação das comunidades que hoje ocupam a área;
- Buscar critérios sócio-ambientais de ocupação do território;
- Identificar os valores da comunidade, suas referências sociais, culturais, religiosas; - Criar uma nova forma de intervir no território;
- Iniciar um processo participativo e criar uma metodologia para elaboração coletiva de um projeto para o Morro Santa Tereza.

Programação:

Dia 5 de agosto (Sexta-feira)
19h30 - Morro Santa Teresa - O histórico de uma luta
- Apresentação do Movimento em Defesa do Morro Santa Teresa e das Associações de Moradores das comunidades que ocupam a área.
- Apresentação dos Secretários estaduais da Habitação, Meio Ambiente e Justiça e Direitos Humanos.
Dia 6 de agosto (Sábado)
8h às 9h - Credenciamento
9h às 12h - A construção de um projeto - Regularização e urbanização, Parque ambiental e descentralização da Fase
Painelistas:
- Betânia de Moraes Alfonsin (Professora do Curso de Direito - PUC/RS
Doutora em Planejamento Urbano e Regional - IPPUR/RJ)
- Beth Arruda (Presidente da Afufe - Associação dos Funcionários da Fase)
- Representante da Fundação Zoobotânica do RS (FZB)
- João Farias Rovati (Coordenação do Programa de Pós-graduação UFRGS/RS
Doutor em Projeto Arquitetônico e Urbanístico - Universite de Paris VIII/França)
- Representante das Associações de Moradores do morro

12h às 13h30 - Almoço
13h30 às 15h30 - Grupos de Trabalho
16h às 17h - Plenária (apresentação das propostas dos grupos, debate e encaminhamentos).
Dia 7 de agosto (Domingo)
9h30 - Caminhada orientada no Morro Santa Teresa
 

Foto Cartaz: Eduardo Seidl

Contato: Katia Marko - (51) 8191.7903

 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A dor de Cabeça da Comunidade Divisa Cristal

No dia 09 de fevereiro de 2011, o Comitê Popular da Copa Cristal e a Comissão de Moradores da Vila Divisa Cristal, realizou uma Assembléia Popular (assista clicando aqui) que bloqueou a Avenida Cruzeiro do Sul e o início da Avenida Divisa e ao final fez seus encaminhentos e os protocolou em documento escrito no Gabinete do Prefeito de Porto Alegre dia 14 de fevereiro, este ato foi o marco que denunciava a falta de diálogo do Governo Municipal com a comunidade da Divisa Cristal e a ausência do Prefeito José Fortunati  na Região Cristal para debater a obra da duplicação da Avenida Tronco com os moradores atingidos.

O documento além de solicitar a reunião com o Prefeito, também solicitava informações sobre as áreas indicadas no dia 22 de setembro de 2010 pela Comissão de Moradores para desapropriação e futuros reassentamentos dos atingidos pela obra, para que estes possam permanecer na Região Cristal, solicitava informações sobre o cadastramento sócioeconômico e pedia representação das comunidades da Região Cristal atingidas pelas obras da Copa 2014 no Comitê Gestor da Copa criado pelo governo municipal.
As representações no Comitê Gestor da Copa foram obtidas após Audiência Pública com o Ministério Público Federal no dia 25 de março no Auditório Dante Barone da Assembléia Legislativa (assista clicando aqui), audiência esta provocada pelo Comitê Popular da Copa Cristal e pela Comissão de Moradores da Divisa Cristal.
Já,  a reunião com o Prefeito Fortunati, só foi acontecer no dia 29 de junho de 2011 após a decisão da Comissão Moradores no dia 15 de junho de 2011 de não realizar o cadastramento sócioeconômico  enquanto não fossem sanadas suas dúvidas e exigências, que respeitassem e garantissem compromissos por parte da municipalidade,  dos direitos dos moradores à moradia digna e á cidade, moradores estes que vivem sobre a traçado da futura duplicação da Avenida Tronco em muitos casos há mais de 40 anos.
O vídeo é parte desta trajetória e também registro e documento das inconsistências que ainda perduram por parte do governo municipal, mesmo com a comunidade tendo liberado o incío do cadastramento dia 11 de julho de 2011, uma vez que, esta não quer ser argumento de discursos oportunistas de que os moradores de áreas irregulares e que estão sobre o traçado da Avenida Tronco estejam impedindo o desenvolvimento de Porto Alegre, camuflando a falta dos processos de participação e decisão que garantem o Direito à Cidade e o controle social por quem construiu e vive o seu território e que é hoje cobiçado pelos verdadeiros invasores, os especuladores imobiliários amparados pelo mão forte do poder público municipal, privilégio concedido não apenas pelo município de Porto Alegre.



post: Leandro Anton
Vídeo: Gt de Comunicação Comitê Popular da Copa Cristal

quarta-feira, 20 de julho de 2011

PÉ de PIMENTEIRA - curta-metragem poético musical - Prêmio Interações Estéticas 2010

Horta comunitária, pimenta, poesia e jazz.
Misture tudo e coloque um punhado de hip-hop undergraund produzido no Quilombo.

Receita: colha uma mão bem cheia de pimentas orgânicas. Acrescente sem parcimônia vinagre, uma pitada de açúcar e outra de sal. Um dente de alho e azeitonas pra finalizar. Sacuda e deixe curtir, aperte o play e aumente o volume, Ouça a nossa voz e se permita apimentar audiovisualmente.

Se preferir, convide a CENTRAL SOCIAL RS para degustar um assado suculento ao som de primavera, mas sem pimenta não era..
O coletivo agradece.

Postado por: Ricardo Sória

terça-feira, 12 de julho de 2011

As contradições da Prefeitura de Porto Alegre

O prefeito José Fortunati participou de uma reunião com os moradores das vilas Cristal e Divisa no dia 29 de junho. Ao ser indagado sobre o caso de haver mais de uma família residindo no mesmo terreno, afirmou que todas as casas e famílias cadastradas teriam direito a uma moradia. No entanto, não foi isso que ocorreu no processo de remoção e reassentamento da Vila Dique, conforme relata a moradora Marilene dos Santos.




fonte: GT Comunicação Comitê Popular da Copa Porto Alegre

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Vila Dique - nem urbanização, nem reassentamento

O Prefeito José Fortunati durante a reunião do dia 29 de junho de 2011, no Salão Paroquial da Igreja Santa Teresa, para as comunidades da Divisa Cristal, afirmou que não há reassentamento no seu governo que leve comunidades para locais onde não há infraestrutura de escolas, creches, postos de saúde e tão pouco há em seu governo o uso de casas de passagens, todas questões feitas pelos moradores da Divisa Cristal e que são partes das exigências mínimas e compromissos que as comunidades queriam do Prefeito e de seu governo para dar início ao cadastramento sócioeconômico.
Como poderão assistir no vídeo abaixo, não é esta a realidade dos moradores da Vila Dique que foram transferidos para o Porto Seco, há um ano, dentro do governo José Fortunati.  A comunidade da Vila Dique está sendo reassentada em virtude da ampliação da pista do Aeroporto Salgado Filho, outra obra incluída no pacote Copa do Mundo 2014, assim como a duplicação da Avenida Tronco, onde se localiza a Vila Divisa Cristal. A comissão de moradores da Vila Divisa Cristal está atenta as promessas e compromissos assumidos pelo Governo Fortunati na reunião do dia 29 de junho de 2011. A comunidade irá realizar o cadastramento sócioeconômico, porém, não sendo cumpridas suas exigências e seus direitos não haverá reassentamento.



post: Leandro Anton
Vídeo: Gt de Comunicação do Comitê Popular da Copa Cristal

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Duplicação da Avenida Tronco

Fortunati: “Não temos resposta para tudo porque estamos construindo essas respostas”. Ainda, senhor prefeito?



Em um salão cheio da Igreja Santa Teresa - comunidade do Cristal, o prefeito de Porto Alegre, José Fortunati, ainda deixou questões sem resposta sobre a remoção das famílias que serão impactadas pela duplicação da avenida Tronco. Prefeito também tentou despistar sobre outros assuntos, como as casas de passagem.

A vinda do prefeito Fortunati às vilas do Cristal e da Divisa na noite desta quarta-feira (29), na zona Sul de Porto Alegre, para falar sobre os impactos da duplicação da avenida Tronco é considerada uma vitória pela comunidade. A visita do prefeito somente aconteceu após as lideranças decidirem, junto com os demais moradores, não responder ao cadastro socioeconômico feito pelo DEMHAB, a partir do qual se terá dados sobre as famílias que deverão deixar suas casas devido à obra.

A ida da prefeitura contou com o primeiro escalão em peso: além de Fortunati, estiveram presentes os secretários de Coordenação Política e Governança Local, Cezar Busatto, da Gestão, Newton Baggio e da Fazenda, Urbano Schimitt; o diretor presidente da EPTC, Vanderlei Capellari, diretor-geral do DEMHAB, Humberto Goulart, engenheiros e arquitetos responsáveis pela obra e, claro, diversos assessores, fotógrafo e cinegrafista. A assembleia começou com as exposições da prefeitura sobre a obra: cronogramas e traçado da nova avenida, situação das áreas que depois de cinco meses de terem sido apresentadas pela comunidade à prefeitura ainda estão sendo negociadas, as benfeitorias do programa federal Minha Casa Minha Vida 2, medidas e detalhes sobre as casas e os apartamentos a serem construídos, uso do bônus-moradia no financiamento de habitações pelo programa federal, comprometimento do prefeito Fortunati de que a duplicação da Tronco e seus desdobramentos sejam bons para toda a comunidade etc.

Palavras, gráficos e mapas muito bonitos e bem desenhados, mas poucas respostas realmente concretas.
Ao invés de apresentar as áreas já adquiridas para remanejamento (até a noite desta quarta havia apenas uma comprada, a da rua Silveiro, onde cabem 145 famílias), Fortunati tentou convencer os moradores de que seus direitos serão respeitados e da necessidade de responder ao cadastro socioecômico, pois sem este a prefeitura não teria, segundo ele, como fazer o plano habitacional. “São obras que devem trazer benefícios para a cidade e a comunidade”, “vamos fazer obras de infraestrutura. Queremos que a comunidade tenha vida digna”, “as famílias serão indenizadas de forma legal, justa e digna” foram mais algumas das promessas de Fortunati e da prefeitura à comunidade.

Nas entrelinhas, o prefeito também negou que a prefeitura esteja fazendo a obra e as remoções a “toque de caixa” e se eximiu da responsabilidade de que as obras possam atropelar a organização das comunidades. Fortunati afirmou diversas vezes que “o dinheiro [do PAC de Mobilidade para as obras da Copa de 2014] deixará de existir em 31/12/2011. Palavra da presidenta Dilma, não é minha”, logo emendando um contraditório “Temos pressa porque é o calendário que nos foi exposto. Mas faremos sem qualquer atropelo, respeitando a comunidade”. O prefeito também deixou para a comunidade o peso caso a duplicação da Tronco não aconteça: “Querem aguardar mais 30, 40 anos, tudo bem”, afirmou aos moradores.

Não houve respostas sobre o bônus moradia. A única certeza dada pela prefeitura é de que o valor, até então determinado em R$ 40 mil, deve ser reajustado. No entanto, segundo Fortunati, o novo valor depende do cadastro socioeconômico. Por que motivos precisaria do cadastro, não ficou claro e muito menos convencível. No caso de quem optar pelo Minha Casa, Minha Vida, o prefeito afirmou que poderá acessar o aluguel social no valor de R$ 400,00, que será pago até a casa ser entregue ao morador.

Sobre as casas de passagem, o prefeito disse que é contra esta medida e que “quando assumi, disse que era para acabar com as casas de passagem”. Afirmação no mínimo estranha já que na remoção dos moradores da Vila Dique para o novo reassentamento (devido à obra de duplicação da pista do aeroporto para a Copa de 2014), a prefeitura municipal usou as casas de passagem para famílias cujas casas ainda não estavam prontas. Na própria Vila Barracão, na região do Cristal, um morador denunciou na assembleia desta quarta-feira que uma família já mora há 8 anos em casa de passagem. 

Moradores mostraram à prefeitura que não são bobos

As comunidades do Cristal e da Divisa foram bastante organizados para a assembleia. Cartazes cobrando respostas concretas da prefeitura foram pendurados na parede do salão paroquial. Todas as falas, tanto de lideranças quanto dos moradores, foram questionadoras e de críticas à falta de diálogo e de informações por parte da prefeitura. Os moradores também deixaram claro que não são contra a obra, como o prefeito afirmou em um programa na Rádio Gaúcha, mas exigem que seus direitos sejam respeitados. “Queremos assistir a Copa do Mundo sentados na nossa casinha, não na rua”, disse Noeli, que mora há 52 anos na região. Seu Zé, da vila Divisa, que nasceu e vive ali há 71 anos, disse à prefeitura que, sem respostas concretas, a comunidade não irá responder ao cadastro socieconômico. Os moradores também questionaram se era realmente preciso remover as pessoas para a obra, se não era possível a urbanização do próprio local. Sobre esse tema, o prefeito Fortunati disse que, em alguns locais da Tronco, não era possível a duplicação porque as casas estavam muito perto da avenida.

Da reunião, foi encaminhada um próximo encontro com a EPTC para esclarecer o canteiro de mais de 40m de largura previsto na avenida Tronco – e que até então a comunidade era informada de que seria uma praça. As lideranças também farão uma nova assembleia, da comunidade, para avaliar o encontro com os representantes da prefeitura e os próximos passos.


DADOS APRESENTADOS PELA PREFEITURA

Orçamento da obra de duplicação: R$ 78.485.901,16
Licitação da empresa: setembro de 2011
Início da obra: janeiro de 2012
Fim: Julho de 2013

Cerca de 1443 famílias devem ser removidas para a obra

Sobre as áreas: serão adquiridas em três etapas. Além da área da rua Silveiro, único terreno comprado até o momento para o reassentamento das famílias, a prefeitura teria resposta de outras seis áreas até hoje (30/06) e, as demais, com prazo até Julho (aquisição administrativa), até setembro (aquisição judicial); outras nove áreas, que totalizariam o reassentamento de 503 famílias, o prazo para aquisição é até outubro deste ano. A tão propalada área do Exército (caberiam cerca de 200 famílias) não tem prazo para aquisição. Motivo, segundo a prefeitura: o Exército está cobrando um preço muito acima do mercado.

A prefeitura afirmou que, devido às características dos terrenos na região, que não são muito grandes, o apartamento deve ser a unidade habitacional mais usada. Perguntas sobre se as famílias poderão levar seus animais domésticos ou de trabalho (como cavalo) não foram respondidas pelo prefeito Fortunati. 

Apartamentos e sobrados: tamanho de 45m²
Casas para PPDs (portadores de deficiência): tamanho de 49,5m²

Cadastro: até o momento, o DEMHAB cadastrou, na Cruzeiro, 842 famílias. Oitenta por cento delas podem ser incluídas no Minha casa, Minha Vida, na faixa de 0-3 salários.
Em caso de terrenos não legalizados ou aluguel, quem será cadastrado é a pessoa que mora ali naquele momento (e não o proprietário, no caso do aluguel).

fonte: Gt Comunicação Comitê Popular da Copa Porto Alegre

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O MUNDO DE Ó - Central Social RS produzindo na horta do Quilombo

PRÊMIO INTERAÇÕES ESTÉTICAS 2010 -
Neste filme optamos por submergir do universo infantil, para isso nos apropriamos do fruto da oficina de bonecos do Griô Edu Nascimento, na realidade, dar vida aos bonecos "Cidró" e "Goró" foi algo realmente surpreendente.
O filme foi gravado num dia cinzento, quando o sol fez questão de não raiar intensamente. O local das gravações foi à horta comunitária, sim, colocamos os bonecos entre as pimenteiras e tomateiros... Na mão do "Cidró" um belo ramo de Marcela, é como diz o ditado: Marcela é tiro e queda.... 
Este filme foi  gravado com câmera de telefone celular. Faz parte de uma proposta da CENTRAL SOCIAL RS que finalizou dez curtas na primeira metade do ano de 2011.
  
Este filme tem roteiro de Cristiano Bronze e Fotografia de DmC Magal, a assistencia foi de Everton Negro É. Nessa obra utilizamos na captação das imagens uma câmera de celular, a iluminação e os trabalhos de áudio contaram com os trabalhos do Carlinhos e da Saionara da Produtora CVP, a trilha sonora teve microfonação de Jonatan Cabelo.
texto: Ricardo Sória
Fotos da ofina:Fernanda Rizzolo e Leandro Anton
Fotos da sessão de gravação externa(trilha sonora): Everton Marinho


domingo, 22 de maio de 2011

Olhares de cima para a Biodiversidade

Na parte inferior da foto a privatização do espaço público, um cercadinho com uma imitação de campo de futebol para um programa esportivo de televisão, qualquer semelhança com a copa do mundo 2014 não é mera coincidência, e acima a Feira da Biodiversidade com Geodésicas nas quais pode-se entrar por qualquer lado, interação, autonomia, relação com cidade integrando e respeitando suas diversas manifestações.

A Feira em sua totalidade, à esquerda estava com tendas dos participantes da feira a central de comunicação, que tinha a rádio com a contribuição de vários coletivos e também a transmissão ao vivo pela internet viabilizada pelo Coletivo Catarse. No centro a Geodésica espaço de muitas apresentações, capoeira, teatros, ação direta, rodas de mate e de charlas durante todo o dia, espaço público preservado no seu uso e seu fim, para toda a cidade e seus frequentadores, sem cercs, sem seguranças, sem mídia hegemônica, proprietária.

Geodésica menor com a exposição do Morro Santa Teresa, do movimento O Morro é Nosso, barraquinha com o livro Imagens Faladas do Quilombo do Sopapo e com o informativo número 2 do Comitê Popular da Copa Cristal, que pode ser visto postado abaixo



Fotos: Carlos Alberto Machado, Douglas de oliveira e Saionara Silva - CVP/Quilombo do Sopapo

Post: Leandro Anton